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quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Bonding – Juntando interfaces de rede no Linux

Descrição do recurso
Conforme descrito na documentação do kernel do Linux, o driver bonding é utilizado para agregar múltiplas interfaces de rede em uma interface lógica única. Seu comportamento depende da necessidade e da estrutura física da rede. Então, apesar de ser uma tarefa bastante simples e bem divulgada, dificilmente encontra-se um artigo que cite o melhor modo para cada condição.

Principais modos de configuração
Há dois modos principais de configuração do bonding, sendo soma do link ou modo backup, chamados de balance-rr (balance round robin) e active backup respectivamente. Nesse link estão descritos absolutamente todas as configurações de bonding incluindo alguns exemplos de configuração distribuidos pelo arquivo, mas esse post tratará apenas dos modelos descritos anteriormente.

No modelo acima, um host soma duas interfaces físicas em uma interface lógica, que chamaremos de bond0. Uma das interfaces será conectada a um switch e a outra interface a outro switch. Nesse modelo explicitamente deseja-se tolerância a falhas, então baseado nisso pode-se assimilar esse modelo da infra-estrutura com o modo de configuração active-backup (1), devido ao fluxo de dados distinto, onde a segunda interface de rede entrará em ação somente em caso de falha da primeira.

* Se houver interconexão dos switches (ISL), é seguro optar por active-backup.
* Se os switches não forem interconectados e as redes forem completamente independentes, então deve-se utilizar o modo broadcast.

Íntegra em Suhanko
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sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

5 projetos prometem reforçar batalha do opensource em 2012

O sucesso do Linux e do Apache é bastante conhecido, mas outras tecnologias de código aberto estão em ascensão e deverão ganhar mais espaço no mercado. Entre as quais cinco prometem se destacar em 2012 são: Nginx, Openstack,Stig, Linux Mint e Gluster.

Em 2012, se tudo correr conforme o planejado, a Red Hat deverá tornar-se a primeira empresa de software opensource a gerar mais de mil milhões de dólares em receitas. Será um marco para a comunidade de código aberto, que há muito tempo vê a sua abordagem de desenvolvimento baseada em comunidades como uma alternativa viável.

”Estamos percebendo uma mudança fundamental sobre onde a inovação começa a acontecer, deixando os enormes laboratórios das empresas de software, e emergindo das enormes comunidades de código aberto”, defende Jim Whitehurst, presidente e CEO da Red Hat.

O opensource tem deixado o mundo do software proprietário em tumulto durante os últimos anos. O Linux, Apache Web Server, Perl, Apache, Hadoop, OpenOffice e GIMP têm disputado mercado com programas comerciais concorrentes.

Mas quais serão os pesos pesados do opensource no futuro? Há cinco projetos para acompanhar de perto em 2012 e que podem formar a base para novos negócios e indústrias. Ou podem apenas seduzir as mentes dos programadores e administradores com formas de fazer alguma coisa mais facilmente, ou pelo menos, menos cara.

Veja a seguir quais são essa tecnologia que prometem dar um novo gás em 2012 ao ambiente de código aberto, segundo os especialistas:

Íntegra em ComputerWorld
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terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Adeus GNOME 2, olá GNOME 2!

Por Shawn Powers em 23/12/11

Muitos usuários Linux que se tornaram fãs de Gnome por anos encontram-se em uma encruzilhada derrepentemente. O GNOME 3.0 abandonou completamente a forma de desktop que criou amantes durante esse tempo. Isso não é como dizer que mudar é ruim, isso é sim dizer que muitas pessoas (até mesmo Linux Torvalds) não querem de fato mudar.

Sendo um usuário Ubuntu por muitos anos, eu estou acostumado como quão bem a Canonical fez o desktop Linux "somente funcionar". Infelizmente, A alternativa Ubuntu para o GNOME 3 mudou para Unity. Eu quero gostar do Unity. Eu forcei a mim mesmo usá-lo para ver se ele pudesse crescer em mim após um tempo. Isso não aconteceu, e para piorar a situação, a versão 11.10 não possui uma opção para a versão clássica do GNOME, o que significa eu preciso também me virar e me acostumar com o Unity ou procurar uma alternativa.

Felizmente, o XFCE tem todas as funcionalidades que eu adoro no GNOME,. Não, o XFCE não é exatamente como o GNOME, mas ele parece bem mais com o GNOME 2 que o GNOME 3! Se você é parecido comigo e quer desesperadamente ter a velha interface do GNOME você conhecerá e amará, eu recomendo testar o Xubuntu (a versão Ubuntu que usa o XFCE). Com personalizações mínimas, ele pode se assemelhar com o GNOME 2. E mais, o XFCE tem a habilidade de iniciar serviços GNOME (ou KDE) durante o login, o que significa apps GNOME-nativa funcionais "na hora".

O dia em que seremos forçados a adotar um novo modelo de desktop deve chegar. Por enquanto, entretanto, alternativas como XFCE ou até mesmo LDXE oferecem altas e familiares funcionalidades na experiência do desktop. Se você teme o GNOME 3 e o Unity, tente o XFCE. Baixe o Xubuntu e teste-o: http://www.xubuntu.org.

Via Linux Journal
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segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Journal, "o systemd do syslog"

A mente criativa do autor e ferrenho defensor dos controversos systemd e pulseaudio, Lennart Poettering (já entrevistado aqui pelo blog), está armando mais uma para cima dos administradores de sistemas Linux. Trata-se, desta vez, de um substituto para o syslog chamado Journal.

O programador escreveu um longo documento de apresentação do Journal, no qual explica seus motivos para criar esse novo software e também os fabulosos recursos que serão incluídos no programa.

Íntegra em  Developer Works
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quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Pablo Hess escreve sobre SSD no deskptop Linux

Está chegando aquela época do ano em que muita gente pensa nos presentes que quer ganhar, dar aos amigos e familiares ou comprar para si mesmo. Embora eu não deseje escrever um guia de presentes de Natal tecnológicos (ou será que..?), um recente upgrade que fiz em meu laptop pessoal me deixou muito satisfeito, e agora vou compartilhar as informações que coletei a fim de facilitar o uso desta nova tecnologia por outras pessoas.

O upgrade foi a troca do HD por um SSD. Apesar do menor tamanho (120 GiB no SSD contra 320 GB no HD), os resultados foram absolutamente satisfatórios. Por exemplo, o mais famoso benchmark-que-não-mede-nada, o tempo de boot do sistema operacional, caiu de aproximadamente 20 segundos para 5,0 segundos.

E aqui inicio esta série de dois artigos, sendo o primeiro uma apresentação da tecnologia e o segundo uma série de sugestões de como aproveitar melhor seu SSD para uso em um sistema desktop (isto inclui laptops) com GNU/Linux.

Íntegra da parte 1 e parte 2 no blog do Pablo Hess
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