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sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

Interface gráfica em scripts shell: Júlio Neves apresenta o yad

por Júlio Neves

[Veja também: Bombando o shell: o novo livro de Júlio Neves]
Mermão, se você gosta de usar a interface a caractere, lhe aconselho a instalar o yad (Yet Another Dialog) com urgência. O yad é um fork do zenity, só que muuuuuito mais incrementado. Para termos uma pequena ideia, pois este artigo é só um ensaio, nele você pode:
  • Inserir imagens nos diálogos;
  • Criar formulários com alto grau de complexidade;
  • Criar quantos botões quiser e customizá-los quanto aos nome e aos códigos de retorno quando clicados;
  • Criar diálogos drag’n drop;
  • Criar diálogos com ícones de atalho
  • Criar diálogos com barras de progresso múltiplas (muito legal para instalação. Uma serviria para o progresso de cada arquivo e outra para o progresso geral);
E muito mais…

Via BR-Linux
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quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

40 anos de evolução das shells: você sabia que o /bin/sh original tinha menos de 900 linhas de código?

Embora já seja frequente ver membros da Geração Y fazendo campanha para alguém arregaçar as mangas em nome deles e extinguir a demanda por interação com o Linux via linha de comando, as shells estão aí para ficar, mesmo que cada vez mais só nos bastidores, em modo não-interativo ou nas mãos de usuários experientes que apreciam seus recursos.

Mas você sabia que a shell original – o primeiro /bin/sh, escrito por Ken Thompson – surgiu há 40 anos, em 1971 (2 anos depois do nascimento do próprio Unix) e tinha menos de 900 linhas de código? Isso porque boa parte do que hoje conhecemos como comandos builtin da shell (incluindo elementos essenciais, como o if) na época eram apenas utilitários externos, até mesmo recursos como o glob (que “interpreta” caracteres especiais como * e ? em parâmetros correspondentes a nomes de arquivo) eram implementações à parte, e a shell era exclusivamente interativa: a capacidade de interpretar scripts veio mais tarde.

Em compensação, recursos como pipes (| ou, na época, ^) e redirecionamento de entrada e saída (<, >, >>, etc.) já estavam presentes.

Íntegra em BR-Linux
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