quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

StatCount coloca Chrome, IE e Firefox como os mais usados no Brasil

O Google Chrome ultrapassou o Internet Explorer em novembro e se tornou o navegador mais popular do Brasil, segundo dados da empresa StatCounter. O browser do Google atingiu 39,81% de participação no mercado brasileiro, contra os 34,43% do navegador da Microsoft.

O Firefox, da Mozilla, ficou na terceira colocação, com fatia de 23,83%. Em novembro de 2009, o Chrome detinha apenas 7,19% do mercado, enquanto o Internet Explorer era líder com 57,03%. O navegador da Mozilla aparecia na segunda colocação, com participação de 33,63%.

Íntegra no G1
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quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Calculando VLSM, como fazer subredes

Introdução
Muitas pessoas já ouviram falar sobre classes IP, são coisas estudadas no início da carreira de uma profissional que lida com rede de computadores, porém muita gente não sabe que hoje essas classes já não são algo fixo como antigamente, hoje você pode muito bem usar um IP classe A com máscara classe C, esse modelo é chamado de CIDR (Classless Inter-Domain Routing), aqui vou demonstrar o uso de VLSM (Variable Length Subnet Masks), máscaras de tamanho variável, ou máscaras complexas, como definir isso, como calcular, como saber quantas rede e quantos IP's, tudo de forma simples e direta.

Uma máscara IP é formada por um conjunto de quatro casas com até 3 números cada, por exemplo o 255.255.255.0, uma máscara classe C e bem provável a mais usada em redes internas, essas quatro casas de número são formadas por um cálculo de binários, quatro octetos, no caso da máscara citada seria 11111111.11111111.11111111.00000000, como se pode notar, um octeto só com "1" forma o 255 e um octeto com "0" forma o 0 da máscara, é através desse octeto que vamos calcular nossa máscara para que possa trabalhar com subnets.

O Cenário
Imagine um cenário comum, uma rede 192.168.1.0 e uma máscara 255.255.255.0, logo com isso, você terá uma rede que vai de 192.168.1.1 à 192.168.1.254 pois não podemos esquecer que o primeiro IP é o número da rede e o último é o endereço Broadcast, agora imagine que você quer ou necessita dividir essa rede em outra subredes, para que possam trabalhar de forma isolada uma da outra, aí começa nosso trabalho.

Calculando
Precisamos dividir essa faixa de IP em 3, então fazemos o seguinte

Subredes
Primeiro passamos a máscara para binário:

11111111.11111111.11111111.00000000

Agora fazemos o cálculo para descobrir de quantas subredes precisaremos, isso é feito da seguinte forma

O octeto é separado por valores em cada casa, sendo eles 128, 64, 32, 16, 8, 4, 2 e 1, esse valor é contado da esquerda para a direita, logo, se transformamos o primeiro "0" em "1" mais 2 bits na máscara, mais 4 e assim por diante, então usamos a fórmula "2^x -2 = x", ou seja, '2 elevado ao número de bits acrescentados menos 2 = x'.

11111111.11111111.11111111.11100000

Aqui foi acrescentado 3 bits a máscara na parte que se destina aos hosts, logo a fórmula seria 2^3-2=6, ou seja, temos então 8 subredes num total com 6 podendo ser usadas, já que não usamos a primeira nem a última.

Nossa máscara agora passar a ser 192.168.1 mais a soma dos três primeiros bits acrescentados à máscara, no caso formando 224, nossa máscara passa a ser 192.168.1.224 para todas as subredes. A forma em bits da máscara logicamente passa de 8+8+8 (/24) para 8+8+8+3 (/27).

Hosts
Agora já sabemos como chegar ao número correto para nossa máscara e quantas subredes serão geradas, temos que saber quantas hosts teremos em cada e de onde até onde cada uma irá, isso é feito da seguinte forma:

Repete-se a fórmula para subdividir a rede só que destas vez usando o número de "0", ou seja, o número de bits restantes para definir os hosts.

2^x - 2 = x, nesse caso, ao invés do primeiro "x" ser o número de 1 acrescentados, será o número de 0 restantes, sendo assim, no nosso caso temos 2^5 - 2 = 30, ou seja, um total de 32 IPs disponíveis mas que só podem ser usados 30 já que o primeiro é o número da rede e o último o de broadcast.

Faixa de rede
Outra coisa a saber é saber o alcance de cada rede, isso é feito observando o último bit ativo, que no nosso caso é o terceiro 1 do quarto octeto, ele corresponde ao número 32, logo nossa rede começara em 0 e terminará em 31, a próxima começara em 32 e terminará em 63 e será assim até o 255, lembre-se sempre que o "0" é contado, logo os 32 primeiros começam em 0 e terminam em 31.

192.168.1.0/27 - 192.168.1.31/27
192.168.1.32/27 - 192.168.1.63/27
192.168.1.64/27 - 192.168.1.95/27
192.168.1.96/27 - 192.168.1.127/27
192.168.1.159/27 - 192.168.1.191/27
192.168.1.223/27 - 192.168.1.255/27

Outras classes
Devo lembrar que esse método serve para qualquer faixa, porém se salienta que se você tem uma rede classe A por exemplo, que é por padrão em forma binária 1111111.0000000.0000000.0000000, e acrescentar 12 bits ativos nela fazendo-a passar para 1111111.11111111.11110000.0000000, a contagem o cálculo de hosts será 1, 2, 4, 8, 16, 32, 64, 128, 256, 512, 1024, 2048, ou seja, 2046 hosts válidos.

O cálculo de subredes é o mesmo, no caso citado acima, o último bit ativo representa o 16, logo, a primeira rede iria por exemplo de 10.0.0.0/20 à 10.0.15.255/20 (máscara hexadecimal é 255.255.240.0), a segunda de 10.0.16.0/20 à 10.0.31.255/20, seriam 4096 redes nesse exemplo, sendo 4094 válidas.

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terça-feira, 29 de novembro de 2011

Carta aberta da Fenadados incentiva o uso do softwares livres em empresas públicas de tecnologia

A Federação Nacional dos Trabalhadores em Empresas de Processamento de Dados, Fenadados, divulgou uma carta em que incentiva a utilização de Softwares Livres nas empresas públicas de tecnologia. O objetivo é propôr à Associação Brasileira de Entidades Estaduais de Tecnologia da Informação e Comunicação, ABEP, um debate sobre o modelo da Informática Pública para estados e municípios.

No documento, a Federação salienta que o uso de softwares livres, além de trazer mais segurança e confiabilidade às empresas públicas, também fortalece a rede econômica de empreendedores locais que trabalham na construção das ferramentas. A instituição também salienta que o software livre deve ser o elemento predominante na informática pública e o software proprietário deve ser a exceção.

A carta ainda discorre sobre mais cinco eixos principais de interesse da Fenadados: a importância das empresas e órgãos municipais e estaduais de tecnologia, a importância do funcionário público da área, a reversão da precarização e do sucateamento que estão acontecendo nas empresas de diversos estados, a participação na luta da Fenadados e dos sindicatos pela “regulamentação profissional” de tecnologia e a integração dos sistemas e serviços.

Leia a carta da Fenadados na íntegra, via Software Livre Brasil
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segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Journal, "o systemd do syslog"

A mente criativa do autor e ferrenho defensor dos controversos systemd e pulseaudio, Lennart Poettering (já entrevistado aqui pelo blog), está armando mais uma para cima dos administradores de sistemas Linux. Trata-se, desta vez, de um substituto para o syslog chamado Journal.

O programador escreveu um longo documento de apresentação do Journal, no qual explica seus motivos para criar esse novo software e também os fabulosos recursos que serão incluídos no programa.

Íntegra em  Developer Works
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sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Sakis3G promete conexão sem dramas no Linux

“Essa é para todos que como eu dependem de conexão 3G no linux. Depois de testar várias soluções, onde algumas funcionaram, outras foram um transtorno, encontrei neste site www.sakis3g.org uma ótima solução – Sakis3G -, funciona tanto em ambiente gráfico, como em console puro, com apenas alguns cliques a conexão é estabelecida, no meu caso reconheceu o modem e a operadora perfeitamente e só me pediu para digitar usuário e senha. Ele faz todo o trabalho do usb_modeswitch e suas dependências, vem com tudo isso em um script, exatamente “All-in-one script”.

Enviado por Anderson Stühler (caos19Θgmail·com) em BR-Linux
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quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Pablo Hess escreve sobre SSD no deskptop Linux

Está chegando aquela época do ano em que muita gente pensa nos presentes que quer ganhar, dar aos amigos e familiares ou comprar para si mesmo. Embora eu não deseje escrever um guia de presentes de Natal tecnológicos (ou será que..?), um recente upgrade que fiz em meu laptop pessoal me deixou muito satisfeito, e agora vou compartilhar as informações que coletei a fim de facilitar o uso desta nova tecnologia por outras pessoas.

O upgrade foi a troca do HD por um SSD. Apesar do menor tamanho (120 GiB no SSD contra 320 GB no HD), os resultados foram absolutamente satisfatórios. Por exemplo, o mais famoso benchmark-que-não-mede-nada, o tempo de boot do sistema operacional, caiu de aproximadamente 20 segundos para 5,0 segundos.

E aqui inicio esta série de dois artigos, sendo o primeiro uma apresentação da tecnologia e o segundo uma série de sugestões de como aproveitar melhor seu SSD para uso em um sistema desktop (isto inclui laptops) com GNU/Linux.

Íntegra da parte 1 e parte 2 no blog do Pablo Hess
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quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Arduíno - O Documentário legendado em pt_BR!

Quem conhece projetos e comunidades de software livre, já deve ter ouvido falar do conceito de hardware livre – um projeto de hardware produzido e disponibilizado sob licenças semelhantes às de software livre.

Existem várias implementações de hardware livre disponíveis para os interessados. Entre elas, certamente, a mais conhecida é o Arduino (pronunciasse arduíno).

Arduino já foi usado em projetos tão diferentes quanto robôs, sensores de umidade de plantas (que tuítam caso a umidade chegue a um nível específico), sensor de terremotos (!!!), instrumentos musicais e muito mais. Não é difícil encontrar videos e tutoriais pela internet (e uma dica é acompanhar o próprio blog do Arduino).

Em 2011 foi lançado Arduino – o documentário, onde podemos ter uma ideia do que a comunidade em torno desse projeto é capaz de fazer. Graças aos comparsas baixos do BaixaCultura, que procuraram legenda, revisaram, colocaram no video e o disponibilizaram, você pode agora assistir no próximo parágrafo ao documentário. Divirta-se!

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